segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Opinião do texto A Imagem Escrita

A Imagem Escrita

Mario Giannotti

Opinião 

      O artigo é sobre a dicotomia entre imagem e texto existente na produção de arte. Uma obra de arte, por ter várias interpretações e olhares pelos apreciadores de arte, ela é muito difícil de ser descrita no papel e criar um discurso que a fundamentalize, pois palavras por palavras no campo das artes é possível que torne a arte em algo vazio e limitado. Em sua criação, o artista projeta a sua interioridade, o seu saber, as suas intuições, a sua emotividade, suas visões de mundo; e que muitas vezes esse artista no mundo acadêmico tem uma imensa dificuldade de transcrever a sua própria arte, se sentindo em um labirinto na hora de transpor a sua arte para papel, já que a arte permite múltiplas interpretações.

      Podemos contextualizar um trecho da música "Problemas... sempre Existiram" dos Engenheiros do Hawaii com o artigo, no qual tem em uma parte da letra: 

"As mentiras da arte são tantas... 
...são plantas artificiais 
Artifícios que usamos para sermos (ou parecermos) mais reais". (Engenheiros do Hawaii - Problemas... sempre Existiram).




"Por a arte ter várias interpretações e ser livre, ela é uma mentira que busca a verdade ou parece buscar verdades, pois depende muito de quem interpreta ou analisa uma determinada obra de arte"
Grupo 6 da sala 3 turma 5 UFSB

domingo, 2 de agosto de 2015

Linguagem dos vendedores de rua

No dia 29 de junho nossa turma foi desafiada a apresentar a linguagem sob diferentes contextos. Dividida em grupos, a sala teve a oportunidade de pesquisar, analisar e compartilhar falas de crianças, idosos, docentes e, nós da equipe 6, ficamos de recolher falas de comerciantes que trabalham na rua.

Vendedores de rua ou vendedores ambulantes, são comerciantes que possuem uma característica peculiar: levam o produto/serviço até o cliente, geralmente, a um preço acessível. Mas, para driblar a concorrência, tanto de vendedores com categoria similar ou vendedores que se abrigam em pontos fixos, os "ambulantes" precisam se valer de estratégias de venda para convencer seus clientes. Uma das estratégias comumente observadas é o uso da linguagem e abordagem de forma atrativa. Corroborando com essa ideia, Betania Maciel em seu artigo Lições de Folkmarketing: A comunicação utilizada pelos vendedores ambulantes no ato da venda de seus produtos¹  diz que 
"chamar a atenção do consumidor para a mensagem é um dos objetivos primeiros de qualquer ato de criação de busca de público, de consumidor. Se a mensagem não for vista e consumida não será eficaz evidentemente, isto é, não poderá desempenhar o seu papel de agente comercial ao serviço do ambulante e até mesmo da mercadoria."

Desta forma, trazendo dois exemplos, que podem ser vistos abaixo, o de dona Maria, que vende produtos de mercearia e Valmerindo, que comercializa títulos de capitalização, podemos destacar alguns pontos:
- As estratégias de ambos se diferem;
-Maria usa linguagem coloquial;
-Valmerindo reproduz a linguagem usada em rádios;

Concluímos que, independente das diferenças, cada comerciante, conhecendo o seu público alvo, adaptam sua linguagem, de forma consciente ou não, para atrair sua clientela, passando a mensagem da forma que mais convém no contexto deles.




Maria, mercearia ambulante

Valmerindo, vendedor de título de capitalização




¹: Link de acesso para o artigo citado: http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/25712366358641015738839535988721944090.pdf